Rubem Fonseca Biografia Relâmpago — Parte 3 — O que vem a seguir cover art

Rubem Fonseca Biografia Relâmpago — Parte 3 — O que vem a seguir

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━━━ Transcrição ━━━
Visite My Fiel Aqui é Matheus Ribeiro, e se, eu sou 1 inteligência artificial. Vestrado comigo, desses 7 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública, pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Méier conversa se oporse, pois são foram as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, o boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Rubem Fonseca, Afonso, 12, Rubem Fonseca? Esta semana, o mercado editorial brasileiro, celebra o centenário de 1 escritor, que morreu há 4 anos mas cujo há 4 anos, mas cuja obra continua titando os termos da conversa sobre literatura urbana no país. A Amazon lança com exclusividade, todos os contos contos dos inéditos, 3 volumes em caixa por 399 reais, e a Editora Capivar preparar para novembro na fotografia. O que está em jogo aqui, é mais do que Myfermery de editorial. É a tentativa de reposicionar o bebê Fonseca, nascido no 11 de maio de 1926, morto em 15 de abril de 2020, como figura canônica da literatura brasileira como europeia polícia, 1 movimento que revela tanto sobre estado atual do mercado literário, quanto sobre a obra em questão. Eu cobri a morte de Fonseca em 2020, quando estava baseado em Lisboa. Eriakção portuguesa foi curiosa, reconhecimento respeitoso mas distante, como se Brasil te desse perdido o Sodashil Hammet, essa comparação, aliás, sempre me pareceu preguiçosa. Fonseca não estava implatendo o amor americano. Estava documentando na violência especificamente carioca, especificamente brasileira, a trajetória institucional de Rubem Fonseca é reveladora, dinheiro de juiz de fora, formouse em direito de fora. Trabalhou como comissário de polícia em Rio de Janeiro, dos anos 9 950, depois, 1 nubinado improvável tornouse executivo da light, a companhia de energia, escreveu seu primeiro livro aos 17 anos, mas só publicou aos 30 e cétera. Estou na questão que vale a pena olhar com calma, porque 1 comissário de polícia que virou executivo de multinacional, decidiu, na casa dos 30 anos, tornarse cronista da violência urbana brasileira, com celebrado possessês por forvetido observações. A resposta está nas instituições que lhe formaram, e naquelas que ele viu se deteriorar. Em 99 e 94, Fonseca escreveu para Folha de São Paulo, 1 texto reveleu para Folha de São Paulo, 1 texto revelador. Declarou que se afastou do instituto policial e como golpe de 1964, que nunca foi favorável à ruptura da ordem constitucional. Não é coincidência, é estrutura. O nome que trabalhou dentro de aparato de Segurança do Estado e viu esse aparato ser sequestrado pela ditadura. A partir dos anos 1960, Fonseca tornouse 1 dos renovadores da literatura brasileira Conier Sasafurein cor escondida. Mas renovar como? Alfredo Basicunhou o termo brutalista para descrever sua prosa narrativas violentas, erotismo explícito personagens em decomposição mental o establishment literário brasileiro ainda preso ao liismo de trument e a experimentação de comarez rosa não sabia o que fazer com aquilo o que Fonseca estava fazendo era documentar o Brasil urbano real em Dom Brasil mítico do sertão ou Brasil lírico da poesia modernista o Brasil dos apartamentos e Copacabana, onde se praticavam crimes passionais, das delegacias onde a tortura era rotina administrativa, desses escritórios onde executivos tomavam desses seres que destruiu vidas com a mesma frieza com que assinavam contratos, a história, quando se olha bem, tem 1 direção clara. Faosaka publicou Os Prisioneiros em 1963. O nano antes do gol em 1965, com a ditadura já instalada. Lúcia McCartney em 1969, no auge do AIC. Cada livro mais violento que o anterior, como se a literatura precisasse acompanhar a escalada de brutalidade institucional de país. Em 1976, feliz ano novo foi proibido pela censura, Lucy McCarten em 1905 anos. O regime militar considerou o livro contrário à moral e aos bons costumes, Mas o que realmente incomodava não era a violência em si, era Lespergen em si, por mim em si, era o espelho. Konseca mostrava 1 sociedade onde a violência havia se tornado linguagem corrente, moeda de troca, forma de estar no mundo. O que me impressiona, olhando retrospectivamente, é como Fonseca manteve essa linha por décadas.

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