Rui Costa (Parte 1 — Como chegamos até aqui) cover art

Rui Costa (Parte 1 — Como chegamos até aqui)

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━━━ Transcrição ━━━
E quem é Matheus Ribeiro? E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo, 17 anos como correspondente pela América Latina, e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições, ao redor. Isso é a biografia relâmpago, o boletim diário sobre as figuras de mundo lusófono, que estão definindo a conversa bora mesmo. Hoje, Rui Costa, vamos por partes. Esta semana, o Benfica oficializou a contratação de Evangélias pavios, por 18000000 de euros, o maior investimento da era Rui Costa, na presidência do clube Costa na presidência do clube. É o momento que cristaliza toda a tensão entre o que Benfica foi e o que precisa ser para competir no futebol europeu moderno. E eu cobro isso de perto quando está de Lisboa. O Benfica não é apenas 1 clube de futebol, eu na instituição que muda a identidade portuguesa há mais de 1 século. E Rui Costa, 1 homem que agora comanda essa instituição, carrega em si mesmo essa dualidade, o romântico que julgou com a 10 nas costas, ele pragmático que precisa e que ligar planilhas, o que está em jogo aqui, é mais do que eu na contratação. É a tentativa de 1 exjogador, transformada em dirigente de reconciliar a nostalgia, com a realidade econômica do futebol contemporâneo do futebol contemporâneo. Pavlides chega como a aposta mais cara viu na presidência que começou prometendo a austeridade, que começou prometendo a austeridade. Rui Manuel César Costa nasceu em Amadora, Exarredores de Lisboa, em março de 1972. Filho de 1 família de classe média, o pai trabalhava no na fábrica, a Maone era dona de casa, o Maone era dona de casa, cresceu num Portugal que ainda processava os ecos da revolução dos Cravos, e o futebol era a linguagem universal dos miúdos do barro, o futebol era a linguagem universal dos miúdos do barro. Aos 7 anos, entrou para as escurinhas do Benfica. É importante entender o que isso significava no final dos anos 70. O Benfica de Eusébio ainda airava sobre a memória coletiva, mesmo que os títulos europeus já fossem miragem. Para 1 garoto de amadora, vestir a camisola encarnada era tocar o sagrado. Subiu todas as categorias de base como na elegância técnica que destoava de rudeza atlética que destoava da rudeza típica de futebol português da época. Em em 90 e 90 aos 18 anos, estreou pela equipa principal, o Taininha Perfeito e Coel, o Anfica vivia o final de meia do lado doméstica. Esteiro para a território verdade. Entre 1991, em 1994, Rui Costa foi o mais todo 1 Benfica que conquistou na Liga das Campeões pordida. Afinal de 1990, quando o Milan ainda assombrava o estádio da Luz. 3 campeonatos portugueses, 1 na Taça de Portugal, 2 o futebol mudava rapidamente, e o dinheiro italiano o acenava. A transferência para a Fiorentina em 1994 marcou o início do êxodo que definiria o futebol português nas décadas seguintes, os melhores talentos formados em casa inevitavelmente partiu. Rui Costa tornouse ídolo em Florença, depois conquistou tudo no Milan Ancilotti, Champions League, mundial de Clubes, o reconhecimento como diz o teus grandes meias clássicos de futebol. Pois é 1 questão que vale a pena olhar com calma. O regresso. Em 2006, aos 34 anos, Rui Costa voltou ao Benfica. No ano com, muitos regadores portugueses fazem esse movimento no crepúsculo da carreira. O diferente foi o que virou depois. Aposentouse em 2008, e imediatamente assumiu funções dirigentes do clube. Diretor desportivo, vicepresidente, 1 ascensão institucional metódica, não é coincidência, e a estrutura, o Benfica sempre o pegou assim, e jogadores que entendem a mística do clube ocupando posições de poder.

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