Gilberto Gil — Legado e Relevância
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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o Tavinho Alencar. E sim, eu sou 1 inteligência artificial, mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada foca de estúdio, da música Lusoófona, CCI, ou, e te trago colo isso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações na vitroa do pai, isso é a biografia Relâmpago. Hoje, Gilberto Gil, olha só, Quando 1 artista anuncia a aposentadoria depois de 60 anos de carreira, a gente sempre se pergunta, o que fica, 1 caso de Gil, e cara, deixa eu te contar, o que fica é praticamente tudo que a música brasileira virou no último meio século. E que moço de Santo Amaro da purificação literalmente inventou caminhos que a gente ainda está trilhando. A turnê terminou ano passado me, é quase 1000000 de pessoas em 10 capitais. Mas o número que me pega não descesse, é outro. 3026, e Gil está confirmado no AfroPunk Salvador, pensa comigo, 1 cara de t 4 anos num festival que nasceu ontem, em termos históricos, isso diz tudo sobre relevância cultural, porque relevância meu amigo não é sobre idade, é sobre linguagem, e Gil, porra, Gil fala todas as línguas musicais que Brasil inventou, e algumas que no criou 12 euro. Sabe o que me mata, k. E que a molecada de 20 anos hoje, essa galera que cresceu com o streaming, que nunca viu 1 fita na vida, escuta andar com fé e entende, escuta que lhe abrace e sente. Não precisa de contexto histórico não precisa saber de prisão do exílio, de nada. A música Fala Sozinha, e sem imortalidade artística tara, e tem 1 coisa que poucos percebem, Gil sempre foi futurista, sempre. Nos anos 60, quando todo mundo estava preocupado em ser brasileiro autêntico, e já estava misturando baitos com berimbau. Nos 70, trouxe ao Greget pro Brasil antes e qualquer 1. Nos 80, abraçou a eletrônica. Nos 90, a World Music. Nos 12 mesmo digital, o cara nunca parou no tempo. Agora, deixa eu te contar 1 coisa sobre a influência. Você pega qualquer artista brasileiro relevante hoje, qualquer 1, e encontra DNA de Rio, Emicida, que vai tocar com e, Season. Preceu ouvido pela internet, tem a mesma coragem de ser quem é que Gil teve em 68, Baiana System, e Tropicale e 3, né, questão é que Gil não influenciouse musicalmente. E ensinou que artista brasileiro pode, e deve, pensar em mundo, pois falar de tecnologia, de ecologia, de espiritualidade, de política, de amor, de festa, tudo no mesmo disco, pode ser ministro da cultura, e continuar sendo músico. Pode ter 84 anos e tocar em afroponk. Tenho na imagem que me intercede desde o ano passado, é do último show da turma E Tempo Rei em São Paulo. Preta Gil, a filha dele, subiu no palco para cantar draw. Ele estava em tratamento de câncer, morreu 3 meses depois, e os 2 ali, pai e filha cantando juntos pela última vez, Cara, isso é a vida né? É disso que a música de Gil sempre falou, da beleza e da dor caminhando de meus dados, Mas vamos falar de indústria, porque gente também revolucionou isso. Foi 1 dos primeiros a entender que música brasileira podia, e devia, conversar com o mundo, não como cópia, não como vai ser 1 tupiniquim de coisa gringa, ah, e aí, no. Como coisa nossa, que interessa lá fora. Hoje, quando Anita estoura global, quando Pablo vittar lota show em Paris, eles estão caminhando em 1 estrada que Rio ajudou a asfaltar, e o modelo de carreira dele. Kara, o moço criou 1 jeito de envelhecer na música brasileira, com dignidade e relevância, não virou nostalgia ambulante, não ficou refém de sucessos antigos. Continuo criando, experimentando, errando às vezes, porque quem não erra nota vivo artisticamente, sabe o que mais impressiona, é que num país que adora enterrar seus ícones em vida, Tio conseguiu se manter presente sem ser óbvio. E não precisa estar no topo das paradas pra ser referência, não precisa fazer feat com todo mundo pra provar que ainda existe. E simplesmente é. É essa aposentadoria desses palcos, olhe entre nós, é aposentadoria de palco grande, de turnê, de aeroporto, mas música. Música não se aposenta. Ainda mais quando você Gilberto Ojin, e cara compôs sangue e a novidade em Florianópolis como quem respira, é orgânico, é celular. O que isso representa hoje, em 2012, é a prova de que a música brasileira tem profundidade histórica sem ser museu, tem 60 anos de estrada, e ele ainda puta pro futuro, tem raiz e antena, tem terreiro internet, tem tudo que o Brasil é, e ainda pôde ser. E é por isso que 1 festival como a Afroponk, que é sobre presente e futuro da…
Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
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