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    Escuta com o transcrição completa abaixo.

    ━━━ Transcrição ━━━
    Que que é Matheus Ribeiro? E se? Eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo de 7 anos como correspondente pela América Latina, e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, do boletim diário sobre as figuras do mundo ilusófono que estou definindo a conversa agora mesmo. Hoje perdese Cléber Bambam, vamos por partes. Esta semana, Cléber Bambam anunciou na nova temporada do Bambam Show, seu podcast, com 1 proposta ambiciosa, revisitar os 23 anos de Big Brother Brasil, através de entrevistas exclusivas com exparticipantes. É 1 movimento que diz muito sobre onde estamos na cultura digital brasileira, e sobre a resiliência de quem foi o primeiro a entender que reality show não termina quando as câmeras desligam. O que está em jogo aqui, é mais do que nostalgia. E a reivindicação de 1 lugar na história da mídia brasileira por alguém que ajudou a escrevêla mas que raramente recebe o crédito institucional por isso. Cléber de Paula Coré, o Bambam, nasceu em 1978 no Rio de Janeiro. Fisiculturista desde os 16 anos, trabalhava como modelo fitness, quando em 2, 2, entrou para a primeira edição do Bebebrother Brasil, tinha 23 anos. A rede globo apostava em 1 formato holandês que já funcionava em outros países, mas ninguém sabia se o brasileiro toparia assistir pessoas comuns trancadas num acaso por 71 dias. Ou cobri isso de perto naquela época, ainda como repórter júnior em São Paulo, pela expectativa da emissora era modesta, talvez uns 10 pontos de audiência, o programa estreou com 23, e final batia 50. E Bambam foi o vencedor, com 62 por 100 dos votos, mas de que tornou Bambam singular, não foi a vitória, foi o que ele fez depois. Enquanto a maioria dos participantes de reality shows desaparece após os 15 minutos e construiu algo duraduro, transformou o corpo musculoso e carisma carisma, em 1 maca, abriu academias, lançou suplementos, derou empresário do fitness antes que influenciador digital existisse como profissão. Há 1 questão que vale a pena olhar com calma, bombom entendeu, antes de o case todo mundo no Brasil, que fama oriunda de reality show, é 1 nativo que precisa ser gerenciado como negócio, não é coincidência, é estrutura. Ele vinha do fisiculturismo, esporte onde o corpo é literalmente o produto, a transição para transformar a persona midiática em produto foi natural para ele, dos números valida 1 narrativa. Suas academias chegaram a ter mais de 20 franquias. Pelo Brasil, seu Instagram hoje tem mais de 2000000 de seguidores, construídos organicamente ao longo de 2 décadas, não compros em pacotes, não compros em pacotes. Ele fatura com publicidade, com sua linha de suplementos, com aparições em eventos, mas o caminho teve seus tropeços institucionais. Em fevereiro passado, Pompom aceitou lutar boxe contra Celilo Popó Frytas, letracampeão mundial. Foi nocauteado em menos de 1 minuto, a imprensa esportiva tradicional Rio Popó no entanto foi mais perspicaz, elogiou a capacidade de marketing de Bombhon. Dias depois, no programa Fofocalizando do SBT, bombom respondeu as provocações como na frase relatora, fiz muito mais dinheiro do que você, não era arrogância gratuita. Era a afirmação de alguém que intene que, na economia da atenção de século 21, perderam na luta gerando milhões de visualizações, pode ser mais lucrativo do que ganhar títulos em ginásios vazios. Pokeibambag representa é a primeira geração de celebridades brasileiras nascidas inteiramente da cultura The Reality Show, não veio da música de esporte tradicional, da televisão convencional. Veio de ser ele mesmo diante de câmeras 24 horas por dia, e transformou isso em carreira sustentável. A história quando se olha bem, tem 1 direção clara. O Big Blue the Brasil criou 1 novo tipo de celebridade no país pessoas famosas por serem pessoas não por 1 talento específico mensurível bumbão for o protótipo hoje com influenciadores digitais dominando a publicidade e o entretenimento, seu modelo parece óbvio. Em 2002, era revolucionário. E novo podcast não é apenas nostalgia. E Bambam reivindicando seu papel como historiador não oficial de 1 fenômeno cultural que ele ajudou a criar. Ao entrevistar exparticipantes sobre os 23 anos do programa, ele se posiciona como guardião dessa memória. É 1 movimento institucional sofisticado, porque o Big Brother Brasil não é apenas 1 programa de televisão, é 1…

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